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O cara chega no médico pra reclamar de uma prisão de ventre.
- Já tentei de tudo, doutor: banana, mamão, óleo de rícino e o escambau... só que eu não consigo cagar!
- Tira a roupa.
O cara tira a roupa. O médico fica impressionado:
- Caralho! Meu senhor, isso é que é um pau! Perto disso aí, o resto é pinto! Enfermeira, traz sal e água que eu vou batizar isso aí de Cacete, porque merece!
- Mas porra, doutor, o que é que isso tem a ver com minha prisão de ventre!
- Tudo! Me diz uma coisa: quando você caga, seu pau fica pra fora ou pra dentro do vaso?
- Ahn... pra dentro!
- Então! O senhor não tem prisão de ventre. O seu cu que está assustado!
Abaixo uma forma refinada de falarmos as coisas de sempre:
"Pega" muito bem em reuniões de negócios ou num primeiro encontro, por exemplo.
Romper a face.......... Quebrar a cara.
Creditar o primata.......... Pagar o mico.
Inflar o volume da bolsa escrotal.......... Encher o saco.
Impulsionar a extremidade do membro inferior contra a região glútea de alguém.......... Dar um pé na bunda.
Derrubar, com a extremidade do membro inferior, o suporte sustentáculo de uma das unidades de acampamento.......... Chutar o pau da barraca.
Deglutir o batráquio.......... Engolir o sapo.
Colocar o prolongamento caudal em meio aos membros inferiores.......... Meter o rabo entre as pernas.
Derrubar com intenções mortais.......... Cair matando.
Eximir de qualquer tipo de sorte.......... Azarar.
Dissuadir através dos procedimentos adotados pelo Dr. Miguel.......... Miguelar.
Aplicar a contravenção do Dr. João, deficiente físico de um dos membros superiores.......... Dar uma de João sem braço.
Sequer considerar a utilização de um longo pedaço de madeira.......... Nem a pau.
Sequer considerar a possibilidade da fêmea bovina expirar fortes contrações laringo-bucais.......... Nem que a vaca tussa.
Sequer considerar a utilização de instrumentos metálicos derivados do ferro.......... Nem ferrando.
Derramar água pelo chão através do tombamento violento e premeditado de seu recipiente.......... Chutar o balde.
Era um sortudo de nascença, que conseguia tudo o que queria sem qualquer esforço.
Na escola, passava de ano sem estudar. No vestibular, escolheu as respostas preocupando-se apenas em espalhar as cruzinhas de maneira esteticamente agradável e passou em primeiro lugar.
Formou-se por sorte e começou a trabalhar por distração, pois vivia muito bem com o que ganhava do jogo.
Mas sua sorte mesmo era com as mulheres. Não era especialmente sedutor, mas acumulava conquistas amorosas, para desespero e inveja de outros homens.
Foram tantas as conquistas que, um dia, ele parou para fazer um inventário e concluiu que só não faturara uma hindu. Por sorte, conheceu uma na mesma noite.
E naquela mesma noite ela foi para a cama com ele, disposta a fazer todas as posições do Kama Sutra.
Saciados, os dois dormiram. O sortudo acordou mais cedo. Ficou olhando o belo rosto da moça, que dormia profundamente.
E viu que ali estava a oportunidade de descobrir algo que sempre o intrigara: o que era aquele sinal que as mulheres da Índia usam no meio da testa?
Então o sortudo raspou o sinal da testa da moça com a unha e....
ganhou um Corsa!
Welington, irmão de Zezé de Camargo e Luciano, que não tinha orelhas, precisava contratar um novo gerente. No dia seguinte ele marcou três entrevistas. O primeiro cara era ótimo. Conhecia tudo que precisava e era muito interessado. Porém, ao final da entrevista Welington lhe perguntou:
- Você percebeu alguma coisa diferente em mim?
E o cavalheiro respondeu:
- Sim, eu não pude evitar de reparar que o Sr. não tem orelhas.
Welington não apreciou sua franqueza e mandou-o embora. O segundo entrevistado era uma mulher, e ela era bem melhor que o primeiro cara. Porém ele fez a ela a mesma pergunta:
- Você percebeu alguma coisa diferente em mim?
Ela respondeu:
- Bem, você não tem orelhas. Welington novamente se zangou e mandou-a embora.
O terceiro e último entrevistado foi o melhor dos três. Era um cara jovem, recém saído da faculdade.
Ele era inteligente, boa pinta e parecia ser melhor homem e negócios que os dois primeiros juntos.
Welington estava tão ansioso, que foi logo fazendo a pergunta de sempre:
- Você percebeu alguma coisa diferente em mim?
E para sua surpresa, o jovem respondeu:
- Sim, você usa lentes de contato.
Welington ficou chocado e disse:
- Que observador incrível você é! Como é possível você saber disso?
E o cara caiu de sua cadeira gargalhando histericamente e respondeu:
- Bem, é um pouco difícil usar óculos sem a porra das orelhas!
Quando o corpo humano foi feito pela primeira vez, todas as partes do corpo queriam ser o chefe. O cérebro foi o primeiro a dizer:
- Como eu comando todo o corpo, eu sou o único capaz de raciocinar, então serei o chefe.
As pernas disseram:
- Não, nós conduzimos o corpo, devemos ser o chefe.
Os olhos reclamavam:
- Nós que vemos todas as coisas boas e más e avisamos o cérebro da eminência do perigo... Nós é que devemos ser o chefe.
Quando a discussão estava no auge .... no fundo da sala ouviu-se uma voz....
- EU SEREI O CHEFE.
Era o cu, que pela primeira vez deu sua opinião.
- Mas como? Como poderia o cu ser chefe? Feio, cagado, fedido, enrugado!
Foi aquela gozação.
O cu ficou chateado, retirou-se da reunião e avisou que não iria funcionar mais. Alguns dias depois... o cérebro estava febril. Os olhos não enxergavam, as pernas tremiam... Não agüentando mais, se reuniram todos e imploraram ao cérebro para que o cu fosse o chefe. E assim, todos trabalhavam e o cu chefiava. Era uma cagada atrás da outra.
MORAL DA HISTÓRIA:
Para ser o chefe, não precisa ter cérebro. Basta ter cu.

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