O turista chega pela primeira vez a São Salvador, ansioso por conhecer as famosas belezas naturais da Bahia. Desembarca no Aeroporto Luís Eduardo Magalhães, pega um táxi e vai olhando a cidade. No percurso até o hotel, passa pela avenida Luís Eduardo Magalhães, pela praça Luís Eduardo Magalhães e pelo Hospital Luís Eduardo Magalhães.

- Pôxa, eu não imaginava que o Luís Eduardo era tão querido assim! - o turista comenta.

- Além de querido, ele é um caso único! - o taxista responde.

- Caso único? Por quê?

- Porque ele é o único baiano da história que morreu de stress!

O Padre Mário, era um padre da igreja N. S. Aparecida, muito querido por todos no bairro, tão querido que ele ia toda noite comer um "pratinho de arroz-doce" no quarto das freiras, sempre que alguém o via saindo do quarto da freira, ele dizia que o "pratinho de arroz-doce" estava ótimo, até que um dia uma freira apareceu meia barriguda, e sumiu da paróquia, voltando tempo depois para aquele convívio cristão com um sobrinho da irmã separada, um menino de dois meses.
Todos no bairro comentavam, mas ninguém provava nada.
O menino recebeu do povoado do bairro o apelido de "arroto do Padre Mário".